"Minha conta de luz não para de subir. E agora?"

Autor: Desenvolt 24 de maio de 2019

As notícias envolvendo o setor da energia elétrica evidentemente não são animadoras. Mais uma vez o brasileiro irá arcar com o peso da inflação energética. Nesta publicação iremos trazer à tona o contexto histórico recente do país no setor para que possamos entender por que a conta de energia elétrica do brasileiro não pára de subir. Também iremos disponibilizar dicas de como economizar com eficiência energética ou migrar para energia solar.


Contexto histórico breve da geração de energia elétrica no Brasil

Crises no setor hidrelétrico – responsável pela maioria da produção energética no Brasil – não são raras. Desde o ano de 2001, época do apagão, os níveis de nossos reservatórios somente diminuíram. Soma-se a este fator, o fato de que a dependência deste modelo energético e a sua sobrecarga atuam diretamente na regulação dos preços das tarifas.

Desta forma os brasileiros hoje se encontram entre duas opções: seguir sob influencia das oscilações de mercado e tentar economizar ao máximo em residências, comércios e meio rural ou aderir ao uso da energia solar fotovoltaica. Neste último caso, é possível reduzir o custo mensal com energia elétrica em até 96%.


Tarifas que constam na conta de luz! 

É preciso estabelecer a diferença entre preço e tarifa, geralmente confundidos. Tarifa é o valor a ser cobrado pela prestação dos serviços de geração, transmissão e distribuição de energia. Já o preço é a composição da tarifa com os impostos. O preço final é igual à tarifa somada aos impostos (ICMS e PIS/COFINS).

Como já deu para perceber, inúmeros encargos inflacionam nossa fatura da conta de luz. Estes impostos são estipulados pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) em revisões periódicas. Iremos citar apenas alguns deles para que você possa entender do que estamos falando:


CDE
(Conta de Desenvolvimento energético) É o tributo utilizado pelo governo para custear geradores em regiões isoladas e também como subsídio para as tarifas mais baratas cobradas da população de baixa renda.


TUSD (Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição)

Valor monetário unitário determinado pela ANEEL, em R$/MWh ou em R$/kW, utilizado para efetuar o faturamento mensal de usuários do sistema de distribuição de energia elétrica pelo uso do sistema.


Bandeiras tarifárias

Desde o ano de 2015, as contas de energia passaram a trazer uma novidade: o Sistema de Bandeiras Tarifárias, que apresenta as seguintes modalidades: verde, amarela e vermelha –   as mesmas cores dos semáforos –  e indicam se haverá ou não acréscimo no valor da energia a ser repassada ao consumidor final, em função das condições de geração de eletricidade. Cada modalidade apresenta as seguintes características:

No dia 21 de Maio a ANEEL anunciou o reajuste. O maior deles ocorreu na bandeira amarela, que passou de R$ 1 a R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) – uma alta de 50%. O patamar da bandeira vermelha 1 passou de R$ 3 para R$ 4 a cada 100 kWh, alta de 33,3%, e o patamar 2 da bandeira vermelha passou de R$ 5 para R$ 6 por 100 kWh consumidos, alta de 20%.


Soluções e dicas de como economizar na conta de luz:

Seja em residências, comércios ou em atividades no meio rural, consciência e atitude são palavras que devem estar presentes quando se trata de lutar contra o aumento na conta de luz. Então aí vão algumas dicas tiradas da nossa cartilha de eficiência energética:




Eficiência Energética nas empresas

Para reduzir desperdícios e custos as empresas também precisam dar atenção ao quesito eficiência energética. Motores, bombas de compressão e muitos outros elementos podem ser “vilões” do consumo energético e gerar um impacto direto no resultado financeiro da organização. Em nosso post “5 Motivos para investir em Eficiência Energética” você pode ter as informações completas sobre o assunto! A Desenvolt tem consultores especializados.


Energia Solar: VOCÊ BLINDADO CONTRA A INFLAÇÃO!

Se você tem um custo alto com energia elétrica e já tentou de tudo para reduzir sem sucesso a Energia Solar é o caminho.

Quando você instala um sistema de energia solar fotovoltaica, além de todas vantagens (redução de até 96% do valor da conta de luz, energia limpa, energia sem reajustes) você também obtém um retorno financeiro inverso a todos estes efeitos causados pelos frequentes reajustes:


Suponha que um sistema gere o seguinte exemplo:

  • Gera 2.000 kWh por mês de energia, 
  • Tarifa energética da concessionária local custa R$ 0,80 por kWh
    Resultado = Economia de R$ 1.600 reais por mês (0,80 x 2000)

Com inflação energética de 20%:

  • 20%, a energia sobe para R$ 0,96 o custo por kWh  
  • Os mesmos 2.000 kWh mês valerão mais!
    Resultado = a economia sobe para R$ 1.920 (0,96 X 2000)


Desta forma você pode observar que com a inflação o retorno sobre o investimento também sobe! O que deixa claro que estamos no momento ideal para investir em um sistema de Energia Solar fotovoltaica!

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